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ABRAHCT — Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição

Associe-se à ABRAHCT

Para instituições e profissionais do setor: o que a associação entrega, quem pode entrar e como pedir.

Por que se associar

O que a associação já entregou.

A transição de cuidados é um segmento jovem no Brasil. Falta indicador padronizado, falta número público e falta uma classificação regulatória própria. A ABRAHCT trabalha nessas três frentes, e o resultado já está publicado:

A conta da permanência, padronizada

A definição nacional de tempo médio de permanência é única (Portaria SAS/MS 312/2002, ficha E-EFI-05 do QUALISS da ANS), mas circulam no setor outras contas com o mesmo nome. A associação adotou a norma e publicou uma calculadora aberta: você informa leitos, ocupação e saídas do período, e ela devolve a média e acusa quando os seus quatro números não fecham entre si.

Abrir a calculadora →

Os números do setor

O levantamento da associação registrou 2.745 leitos dedicados à transição de cuidados no país e crescimento de 101,6% em cinco anos.

Levantamento da ABRAHCT divulgado em agosto de 2023, comparado aos 1.361 leitos existentes em 2018.

Em 2025, o Diagnóstico do Setor mapeou o segmento pela primeira vez. Segundo o Diagnóstico do Setor, levantamento da ABRAHCT divulgado em abril de 2025, eram 2.573 leitos em operação, 81% de taxa de ocupação e 4,7 mil profissionais empregados. A permanência média apurada então está em revisão pela gestão eleita em 2026, junto com a metodologia de apuração.

Ver os dados do setor →

Agenda regulatória

Hoje a unidade de transição é regulada dentro do arcabouço dos hospitais gerais de cuidados agudos, escrito para outro perfil de paciente. O Comitê de Regulação trabalha por uma classificação específica para o segmento e por canais de diálogo com a Anvisa e demais órgãos competentes. O trabalho técnico se divide em três comitês: Comitê Científico, Comitê de Regulação e Comitê de Comunicação e Mercado.

Conhecer os comitês →

Repercussão na imprensa

O levantamento de 2023 foi noticiado pela Saúde Business e pela Revista Visão Hospitalar. Em 2025, o Diagnóstico do Setor repercutiu na Medicina S/A e no GeHosp. A associação é a interlocutora do segmento nessas pautas.

Ver a cobertura →

Na prática

O que muda para a sua instituição.

  • Voto na Assembleia e acesso ao Conselho

    A Assembleia Geral é o órgão soberano da associação, formada pelos Associados Efetivos, e é ela que elege o Conselho de Administração. O Associado Efetivo delibera ali. O Conselho tem de 3 a 5 membros e mandato de dois anos, e só são elegíveis pessoas físicas com vínculo profissional com Associados Efetivos. Associadas do mesmo grupo econômico somam um voto e indicam um candidato.

  • Lugar nos comitês

    Os comitês são criados pelo Conselho de Administração e é neles que o trabalho técnico acontece: estudos, indicadores, posição regulatória, relação com a imprensa. A participação não é remunerada.

  • Um número que a operadora consegue comparar

    A permanência média calculada pela fórmula do padrão nacional é comparável entre instituições e com o resto do sistema de saúde. Numa negociação, isso muda o que o seu número prova: deixa de ser a conta da casa e passa a ser o indicador que o outro lado também usa.

  • Presença na relação de associadas

    A instituição passa a constar entre as associadas publicadas no site. O diretório com cidade e canais de contato de cada unidade está em atualização.

Elegibilidade

São duas categorias. Associado Efetivo é a instituição que vive da transição de cuidados, e vota na Assembleia. Associado Convidado é quem contribui com o setor sem exercer a atividade: tem voz, não tem voto. Os textos a seguir são os do estatuto.

Associados Efetivos

Pessoas jurídicas de direito privado que atuam majoritariamente na prestação de serviços de clínica e/ou hospital de transição, de retaguarda e de cuidados paliativos. Requisitos gerais de admissão:

  1. Atuar majoritariamente na prestação de serviços de clínica ou hospital de transição, de retaguarda e de cuidados paliativos;
  2. Ter a maior parte de seu faturamento proveniente de fontes privadas de pagamento, tais como pacientes particulares ou operadoras de planos de saúde suplementar;
  3. Ter reputação ilibada e não ser associada a outras entidades associativas cujo vínculo seja capaz de configurar conflito de interesses com a ABRAHCT e seus associados.

Associados Convidados

Pessoas jurídicas de direito privado ou pessoas físicas que, apesar de não exercerem majoritariamente essas atividades, sejam consideradas relevantes para o setor em virtude de seu conhecimento profissional ou relacionamento na cadeia produtiva do segmento. Requisitos gerais de admissão:

  1. Comprometer-se com as práticas, valores e cultura da ABRAHCT;
  2. Envolver-se com a divulgação das atividades desenvolvidas pela ABRAHCT;
  3. Atuar no ramo da saúde ou da educação;
  4. Ter reputação ilibada e não ser associada a outras entidades associativas cujo vínculo seja capaz de configurar conflito de interesses com a ABRAHCT e seus associados.

Como se associar

Três passos, começando por um e-mail.

  1. Escreva para a associação

    Informe o nome da instituição ou do profissional, a cidade, a categoria pretendida (Efetivo ou Convidado) e um contato de retorno.

  2. O Conselho de Administração analisa

    O pedido é apreciado pelo Conselho, conforme o estatuto e o Regulamento de Admissão.

  3. Condições da contribuição

    A associação se mantém com as contribuições dos associados, previstas no estatuto. Valores e condições são tratados no retorno ao pedido de associação.

Escreva para abrahct@abrahct.org.br.

Escrever para a associação

Se você chegou aqui procurando internação para um familiar, esta página não é para isso: a ABRAHCT representa o setor e não presta atendimento. Comece por o que é um hospital de transição e fale diretamente com as unidades associadas.